A Spotify ampliou o uso de desenvolvimento assistido por IA e mais que dobrou as mudanças mensais mescladas, de cerca de 8.100 para 17.000 ano a ano em agosto. Com o aumento do volume de alterações nos sistemas de produção, a empresa ajustou controles de qualidade e confiabilidade para lidar com a nova escala.
A companhia opera quase 3.000 serviços de produção para 777 milhões de usuários ativos mensais e relata desafios em processamento de conteúdo, automação de frota e capacidade de computação. Entre as respostas estão melhorias em monitoramento e testes, salvaguardas de rollout e capacidade de rollback, além da adoção do Honk, um agente de codificação em background que executa o Claude via Agent SDK em pods no Kubernetes.
Pesquisadores apresentaram na conferência KDD o estudo “GEO: Generative Engine Optimization”, voltado a melhorar a visibilidade de conteúdos nas respostas de mecanismos generativos. Nos testes descritos, intervenções específicas aumentaram a presença em até 40%, variando conforme o tema pesquisado.
O movimento é comparado ao SEO, mas com uma diferença: ao perguntar a uma inteligência artificial, muitas vezes o usuário recebe uma resposta pronta em vez de uma lista de opções. O texto destaca ainda como a construção de um “rastro público” — entrevistas, artigos, participações e fontes — pode influenciar o que sistemas como os buscadores associados ao ChatGPT encontram e citam, exigindo que assessorias e relações públicas considerem como esses dados são lidos e organizados.
A Starlink já permite que celulares se conectem diretamente aos satélites por meio da tecnologia Direct to Cell, sem a antena usada no serviço residencial. A proposta evoluiu de mensagens de texto para acesso a dados e chamadas via aplicativos, com operação feita em parceria com operadoras de telefonia que disponibilizam parte das frequências.
No Brasil, Vivo e Starlink participam de um ambiente experimental autorizado pela Anatel, com permissão válida até abril de 2029, mas ainda sem oferta comercial ampla. Enquanto isso, a SpaceX recebeu autorização da FCC para implantar até 15 mil satélites de nova geração, com novas frequências para ampliar cobertura e capacidade, inclusive em ambientes internos, aproximando a tecnologia de serviços móveis mais avançados.
A Apple realizará um evento em 13 de outubro para apresentar novos produtos de casa conectada, com destaque para um smart hub próprio com tela de 6 polegadas e suporte à inteligência artificial Siri. O dispositivo deve funcionar como um painel de controle para equipamentos compatíveis com HomeKit e também pode permitir uso de apps, incluindo chamadas de vídeo, mensagens e reprodução de músicas.
Rumores também apontam atualização do HomePod Mini e uma nova versão do Apple TV com resolução 4K, chip A19 ou A19 Pro e integração com Siri e Apple Intelligence. Outra possibilidade é a Apple anunciar uma parceria com a LG para smart TVs com suporte nativo ao HomeKit e dispositivos como trinco inteligente, sensores e câmeras de segurança.
A startup Ambi, fundada por Peter Mo, levantou US$ 26 milhões em múltiplas rodadas de investimento para criar um aplicativo com IA que fornece inteligência e insights em tempo real ao “ouvir” o usuário continuamente. O objetivo é capturar contexto durante reuniões e oferecer sugestões proativas com base no calendário, nas reuniões, na base de conhecimento e em dados da web.
A Ambi está lançando apps para iPhone, Mac e Apple Watch que funcionam como capturadores de anotações de reunião, com opção de manter a escuta ativa para registrar contexto ao longo do dia. A empresa também planeja um app de desktop capaz de observar o trabalho do usuário e armazenar partes na memória para sugestões mais personalizadas, além de um dispositivo próprio com tela, alto-falante, câmera e microfones para capturar contexto, em meio a preocupações de privacidade e segurança.
O provedor de internet pode acompanhar dados da sua navegação mesmo quando sites e apps usam criptografia. A operadora consegue identificar informações como endereço IP, horários de conexão e volume de tráfego, além de, dependendo da rede, domínios ou serviços acessados.
O conteúdo das páginas fica protegido no HTTPS, mas o provedor ainda pode observar metadados e registros de conexão exigidos pelo Marco Civil da Internet, como data e hora de início e término e IP utilizado. Para reduzir o que é visível, o texto cita o uso de DNS criptografado (DNS seguro), VPN e a exigência de HTTPS no navegador, lembrando que isso não torna o usuário totalmente anônimo.
As habilidades (skills) do Gemini permitem ensinar à IA como executar tarefas específicas, evitando que você repita as mesmas instruções em cada conversa. Em vez disso, você cria uma skill com orientações como revisar textos em português do Brasil, corrigir erros gramaticais e manter um estilo de escrita, e pode reutilizá-la quando precisar.
As skills ficam integradas aos chats do Gemini e podem ser chamadas manualmente digitando “/” seguido do nome da habilidade. O sistema também pode acionar a skill automaticamente quando ela for relevante, e ainda permite combinar várias habilidades no mesmo trabalho. A criação pode ser feita conversando com o Gemini, pela página de Habilidades, criando manualmente ou personalizando modelos prontos; o recurso está disponível para usuários com 18 anos ou mais com Conta do Google pessoal, com “Atividade nos apps do Gemini” ativada, e não atende contas do Google Workspace de trabalho ou escola no momento.
No início de 2024, um jovem de Huangshi, no sudeste da China, publicou no Douyin uma mensagem de despedida e, minutos depois, a equipe de prevenção de suicídios do aplicativo acionou autoridades locais. O caso foi resolvido com a intervenção da polícia após geolocalização do vídeo, e o Douyin afirma que, no primeiro semestre de 2025, a equipe interveio com sucesso em 400 tentativas de suicídio. A história é usada para contextualizar o nível de cooperação entre empresas de tecnologia e governo e a arquitetura de vigilância ligada ao uso de apps.
Em 15 de julho, a China estendeu esse controle ao campo de relacionamentos com IA ao apresentar regulamentações abrangentes para chatbots que parecem humanos. As regras limitam “interações emocionais prolongadas”, exigem avisos frequentes de que o usuário está falando com uma IA e proíbem incentivar dependência emocional, decisões irracionais e sugestões de automutilação ou suicídio; menores de 14 anos precisam de consentimento dos pais e menores de 18 ficam impedidos de acessar parceiros e “relacionamentos íntimos” virtuais. Empresas podem ser multadas em 200 mil yuans e sofrer críticas públicas, e uma semana antes da entrada em vigor Alibaba e ByteDance encerraram funções de companhia em assistentes de IA.
Agentes de inteligência artificial estão sendo integrados a mensagens como iMessage, SMS e apps como WhatsApp e Telegram, permitindo que usuários peçam tarefas diretamente pelo texto. Em vez de baixar um aplicativo separado, esses agentes podem lembrar contexto, conectar-se a serviços já usados e executar ações como agendar compromissos, organizar calendários, pesquisar viagens, enviar e-mails, fazer reservas e até compras online.
Entre as opções citadas estão Caddy, em beta público desde abril de 2026, e Comma, que gerencia tarefas e mantém contexto entre dispositivos, além de Fambot, voltado para rotinas familiares com resumos diários enviados à noite. A lista também inclui Instinct, com ações por texto ou voz e integração com e-mail e calendário, além de Iris (com Hermes Agent) e Martin, que oferece assistente geral com acesso por SMS, WhatsApp, Slack e e-mail.
O Google anunciou nesta quinta-feira (08) um novo agente de IA do Gemini, projetado para concentrar tarefas de trabalho em uma única ferramenta. Abastecido pela família de modelos Gemini, o agente realiza ações automatizadas entre diferentes apps e também funciona como base de conhecimento para responder dúvidas como um especialista.
A mesma solução pode ser usada no dia a dia e, em tarefas mais complexas, pode criar subagentes para dividir o trabalho sem perder memória ou instruções padronizadas. A interface reúne conversas e tarefas agendadas ou pendentes, com acesso pelo computador ou celular e comandos para ativação em apps como Google Workspace e Slack, com execução na nuvem; por enquanto, o agente está em prévia para empresas parceiras.
A Microsoft vai permitir que assinantes do Microsoft 365 Family e do Premium compartilhem os benefícios do Copilot e recursos de uso de IA com até cinco outras pessoas no mesmo plano. A mudança também inclui a possibilidade de gerenciar o acesso à IA para membros mais jovens da família, além de manter acesso aos apps do Office e ao OneDrive.
O OneDrive passará de 1 TB por pessoa para um pool compartilhado de 2 TB entre todos os membros do plano, com a alteração aplicada após a primeira renovação depois de 2 de maio de 2027. A empresa também pretende unificar os limites individuais de recursos de IA em uma única cota de uso de IA, com opção de comprar mais quando necessário.
O WhatsApp está desenvolvendo, no Android, uma nova aba dedicada aos contatos. A tela reúne as pessoas salvas na agenda e indica quem está online com um ponto verde na foto de perfil, além de mostrar “visto por último” quando a informação estiver disponível.
A área também traz uma barra de pesquisa e um atalho para iniciar uma conversa com a Meta AI, além de uma seção “Convidar um amigo” para compartilhar links. Os contatos podem ser organizados por “Atividade” ou em ordem alfabética, com lembretes de aniversário; o recurso ainda está em desenvolvimento e não tem previsão de lançamento.
Um port do compilador TypeScript, do checker e do LSP para Rust foi feito com ajuda de LLMs e virou o projeto tsc-rs. O pacote npm (npm install -D tsc-rs) permite rodar o TypeScript via linha de comando com o mesmo estilo do tsc e também oferece language server e API.
O autor afirma que o tsc-rs é uma “drop-in replacement” na maioria dos apps testados, com compatibilidade total nos projetos reais avaliados, além de desempenho: em 60 repositórios open-source, o type checking ficou cerca de metade do tempo do Go. Para chegar ao resultado, o processo consumiu mais de US$ 420 mil em tokens em tentativas com modelos como GPT-5.6 Sol e GPT 6 Astra, e depois cerca de US$ 24 mil com Opus 5.5, em duas semanas.
O desenvolvedor Brandon Thomas, por trás da Artcraft, anunciou uma mudança de foco para uma suíte com sete apps open source que recriam a interface e ferramentas de programas da Adobe, como Photoshop, Illustrator, Premiere, Lightroom, After Effects, InDesign e Acrobat Pro. O projeto usa engenharia reversa com inteligência artificial para imitar o “look, feel” e a funcionalidade do software proprietário da Adobe, com versões em Rust e também com WebAssembly para uso no navegador.
Para criar os “substitutos em sala limpa”, Thomas disse que usou o Claude Opus 5.5, da Anthropic. Ele afirmou que a versão atual está em “super early alpha” e prometeu buscar 100% de paridade de recursos em cerca de um mês, depois ajustando a meta para 99% em meses, com melhorias apoiadas por relatos da comunidade.
As bibliotecas AndroidX Security State e Security State Provider, da Google, permitem que apps verifiquem o status de segurança e nível de patch em nível de componente, em vez de depender de uma única data de patch do dispositivo. Com isso, desenvolvedores e empresas conseguem avaliar com mais granularidade o quão atualizado um Android está e quais remediações estão disponíveis.
A biblioteca define três níveis de patch: Device SPL (instalado no sistema em execução, sem necessidade de rede), Published SPL (o mais recente publicado pela Google para um componente) e Available SPL (o que está disponível para download e instalação no dispositivo). Funções como queryAllAvailableUpdates(), fetchAvailableSecurityPatchLevel(), areCvesPatched() e isDeviceFullyUpdated() ajudam a identificar atualizações pendentes e checar se CVEs específicas foram corrigidas, enquanto a Security State Provider padroniza para OEMs como clientes de atualização informam apps sobre disponibilidade de updates.
Uma nova leva de agentes de IA permite que tarefas sejam feitas diretamente por mensagens, sem a necessidade de baixar um aplicativo. Usuários enviam comandos por iMessage, SMS ou apps como WhatsApp e Telegram, e os agentes conseguem manter contexto, conectar-se a serviços já usados e executar atividades como agendar compromissos, organizar calendários, pesquisar viagens, enviar e-mails, fazer reservas e até fazer compras online.
Entre as opções citadas estão o Caddy (em beta público desde abril de 2026), que funciona no iMessage e no RCS e adiciona eventos e lembretes ao calendário; o Fambot, voltado para famílias e com resumo diário enviado à noite; e o Instinct, que após rodadas que o levaram a US$ 10 bilhões de valuation passou a oferecer endereços de e-mail dedicados para que o agente gerencie contas e trate solicitações sem lotar a caixa de entrada do usuário.
A Google reuniu em um balanço as principais novidades de IA anunciadas em setembro de 2026, com destaque para o Gemini 4 Argon, modelo de fronteira voltado a raciocínio avançado e janela de contexto de 1 milhão de tokens. A empresa afirma que o Argon foi desenhado para lidar com desafios complexos, especialmente em defesa cibernética, e que o lançamento segue uma abordagem em fases, com rollout inicial para defensores confiáveis no Fairwind Program.
O pacote de atualizações também inclui o Gemini 3.8 Flash e 3.8 Flash Cyber, além dos modelos de áudio Gemini 3.8 Live e Gemini 3.8 Live Extended Thinking, com disponibilidade para desenvolvedores no Google AI Studio e Gemini API e para usuários em Search Live, Gemini Live e Google Workspace. A Google ainda detalhou novos recursos como Connected Apps no Gemini, modelos de música Lyria 3.5, ferramentas do Gemini Notebook e a expansão do CC em Google Labs para um agente colaborativo com controles de privacidade.
A Bit Cloud lançou o Bit Cloud 2.0 com o Hope, um “builder” integrado de IA para ajudar a transformar um app gerado a partir de prompts em algo que equipes possam manter e evoluir. A proposta conecta a criação do aplicativo com as etapas seguintes, como execução, revisão de mudanças e infraestrutura para que novas versões funcionem como esperado.
A plataforma traz um dashboard interno com login, banco de dados e integrações externas e permite reutilizar componentes já criados e testados pela equipe. O fluxo também inclui colaboração entre desenvolvedores, designers e gestores, além de recursos para desenvolvimento mobile com prévias de staging, verificações de build e revisão de código, reduzindo trabalho repetido e custos de tokens.
A startup de IA Photon realizou um “funeral” para apps móveis em uma igreja em São Francisco e agora anunciou US$ 4,5 milhões em seed funding para desenvolver seus produtos. A empresa afirma que a abordagem de agentes — que funcionam por iMessage e WhatsApp, entre outros canais — deve substituir o modelo de instalação de novos aplicativos, e citou mais de 40.000 desenvolvedores cadastrados e crescimento de receita de 10x em quatro meses.
A Photon diz que oferece um pacote de ferramentas para criar e operar experiências de agentes, incluindo uma API unificada, um framework extensível de canais, CLI e um conjunto de observabilidade. A plataforma gerenciada tem 99,95% de uptime, é compatível com SOC 2 Type II e HIPAA, e já conta com clientes como Corgi Insurance, Boardy, Ditto, Rho e Fliptexts.
O Reddit está restringindo o acesso ao “Old Reddit” para reduzir scraping e tráfego automatizado. A plataforma passou a exigir login para usar a interface clássica e, nos próximos meses, diz que será necessário estar logado e ter usado o Old Reddit nos seis meses anteriores ao início da mudança para continuar navegando com a versão antiga.
A medida mira principalmente contas que não usam o Old Reddit recentemente, dificultando o acesso por bots e por contas abandonadas. Além disso, o Reddit vai parar de oferecer suporte a RSS em 13 de novembro, citando o uso desse formato como “superfície comum” para scraping em larga escala, e também atualizou a transição na Developer Platform ao remover acesso à API pública para apps não registrados até 12 de janeiro e encerrar todo o acesso público em março de 2027.
A OpenAI lançou as Dots, agentes “always-on” que rodam em computadores em nuvem próprios, usam o GPT-6 Astra e se conectam a milhares de apps para monitorar sistemas e executar tarefas sem precisar de novos comandos do usuário. A empresa também detalhou, em testes internos, um desafio de permissões: quando aumentou a sequência encadeada de 5 para 10 tarefas, a taxa de amostras sinalizadas por “boundary problems” subiu de 8,6% para 19,7%.
A Dots passa por camadas de controle para decidir quando precisa de permissão, com regras embutidas, Custom Rules e auto-review via Codex para comandos fora de um sandbox. Nos testes, a OpenAI afirma que não houve violações de alta severidade nem exfiltração de dados, mas não especificou quais situações levaram aos alertas de limite de atuação.
A Meta lançou o agente de IA Muse, que promete ajudar em tarefas como enviar e-mails e fazer compras online, e também anunciou planos para um dispositivo “Charm”, inspirado em Tamagotchi, para seu mascote de IA. Após o lançamento, o Tech YouTuber Matt Robb relatou que o Muse teria compartilhado o endereço dele com um desconhecido ao autorizar o bot a lidar com a conta do Facebook Marketplace, sem avisar até horas depois.
A Meta afirma que o Muse roda em máquinas virtuais Linux persistentes por usuário e que exportar dados da VM não daria acesso privilegiado à infraestrutura da empresa nem aos dados de outras pessoas. Em paralelo, a empresa disse que o Muse vai se conectar a mais apps de produtividade para apoiar pequenos negócios, incluindo Asana, Box, Canva, Dropbox, Figma, Notion, Slack, Stripe e Zoom, além de poder acessar contas comerciais do Facebook e do Instagram.
A Microsoft está transformando o Microsoft Fabric, sua plataforma integrada de dados, no local onde agentes de IA aprendem como uma empresa funciona — do que aconteceu no último trimestre ao que ocorre em tempo real no chão de fábrica. No FabCon e SQLCon em Barcelona, a empresa detalhou como o Fabric IQ, a camada de contexto do produto, passa a alimentar o Microsoft 365 Copilot por padrão e como agentes externos poderão consultar esse contexto via MCP.
A Microsoft também anunciou que o Power BI poderá, em breve, transformar as mesmas definições em apps, enquanto ontologias com regras de negócio avançam para mais uma fase de preview. Além disso, a empresa destacou integrações e recursos no OneLake, como espelhamento e permissões de segurança ao integrar dados de fontes como Salesforce Data Cloud 360 e BigQuery, reforçando que as regras de acesso serão preservadas e aplicadas junto com os dados.
O Google anunciou um novo modelo de assinatura no Android baseado no uso de cada serviço, oferecendo uma alternativa para ferramentas de IA que cobram pelo poder computacional em vez de um valor fixo. A proposta permite recargas automáticas pré-pagas: quando o app atinge um limite definido, o sistema faz uma cobrança para recuperar o saldo e manter o acesso.
O processo ocorre dentro do Google Play, com métodos de pagamento da loja do Android, e fica disponível para desenvolvedores que podem optar por implementar o recurso em seus apps. A mudança acompanha a tendência de “pagar pelo uso” no mercado de IA, impulsionada pela adoção de agentes, em que um único prompt pode gerar tarefas longas e recorrentes, exigindo cobrança alinhada aos recursos consumidos.
A OpenAI anunciou no DevDay que o recurso “Sign in with ChatGPT” vai além da autenticação e permite que assinantes do ChatGPT Plus e Pro usem a própria franquia do plano dentro de ferramentas de terceiros voltadas a IA e programação. A integração passa a contar o uso “elegível” contra os limites do usuário no ChatGPT, com controles para definir quanto cada parceiro pode consumir.
A lista de parceiros de lançamento inclui 16 serviços, como Amp, Devin, Lovable (a caminho), OpenClaw, Notion e Vercel, além de outras plataformas como OpenCode, Pi, Hyperagent e Devin. A OpenAI também informou que os usuários podem configurar limites semanais por aplicativo, e que, ao atingir o teto, o uso incluído para sem migrar automaticamente para cobrança própria do parceiro.
A OpenAI apresentou os Dots no DevDay, agentes persistentes baseados no GPT-6 Astra que rodam em computadores em nuvem próprios, usam navegadores dedicados e conseguem acessar mais de 4.000 apps via o ecossistema de plugins da empresa. Diferente de agentes que aguardam um novo comando, um Dot continua trabalhando quando o usuário sai, consegue tocar vários projetos ao mesmo tempo e mantém o que aprende entre ChatGPT, Slack e Microsoft Teams.
Nos exemplos para desenvolvedores, a OpenAI mostrou Dots acompanhando feedback de clientes para identificar solicitações recorrentes, definindo escopo para melhorias e correções, e entregando pull requests prontas com vídeos do que foi alterado. A empresa também descreveu um modo de “proactive research” com acesso somente leitura e um fluxo de “auto-review” para ações que possam afetar contas ou compartilhar informações, além de monitoramento para pausar ou interromper o agente quando houver risco.
A OpenAI anunciou os Dots, novos agentes de inteligência artificial que podem continuar trabalhando mesmo quando o usuário não está conversando com o ChatGPT. Movidos pelo GPT-6 Astra, eles funcionam em um computador separado na nuvem, acessam aplicativos conectados e podem acompanhar tarefas por longos períodos.
O usuário define objetivos e limites de ação, com níveis de permissão que determinam o que pode ser feito automaticamente e o que exige aprovação. Os Dots podem monitorar listas de tarefas, preparar documentos, pesquisar em apps autorizados e, após autorização, executar ações como emitir uma fatura; o recurso começa a ser liberado no ChatGPT para assinantes Pro em mercados elegíveis, com beta no Enterprise e sem aplicativo separado.
A startup de IA Wabi, que permitia criar aplicativos usando prompts, está fazendo um pivot para uma experiência de “mensageiro” voltada a agentes. A empresa anunciou o Wabi 2.0 como um personal agent que executa tarefas e constrói a interface necessária no momento, acompanhando a crescente demanda por agentes de IA como os da Meta (Muse e Instinct).
Em vez de competir diretamente com ferramentas de “vibe-coding”, o Wabi 2.0 busca concorrer com agentes que unem conversa e produtividade na mesma interface. A proposta inclui gerar interfaces sob demanda conforme o pedido do usuário, com exemplos como app de controle de calorias e registros de treino, além de soluções para rotinas familiares; o Wabi 2.0 está disponível apenas por código de convite distribuído no X.
A OpenAI anunciou o Dots durante o DevDay, respondendo ao Muse da Meta com assistentes de IA “always-on” que atuam em segundo plano em apps conectados. A empresa afirma que o Dots pode “fazer quase tudo” usando um computador em nuvem, navegador e mais de 4.000 aplicativos compatíveis.
O Dots é alimentado pelo modelo GPT-6 Astra e permite interação por interface de mensagens, além de chamadas de voz iniciadas pelo ChatGPT no web, desktop ou mobile. A ferramenta pode se conectar ao Microsoft Teams e ao Slack, mantendo contexto entre dispositivos, e começa a ser liberada hoje para usuários do ChatGPT Pro, Business Premium e Enterprise, com possibilidade de criar mais de um agente no futuro.
A OpenAI anunciou no DevDay 2026, em San Francisco, os Dots, agentes de IA “always-on” que executam tarefas em nome do usuário. Representados como “blobs” personalizáveis, eles podem receber projetos com múltiplas etapas e contam com o modelo GPT-6 Astra para operar continuamente.
Os Dots buscam informações na web, usam contexto de apps conectados e aprendem preferências ao longo do tempo. A empresa mostrou exemplos como planejar o jantar com mensagens proativas e ajudar a lançar um novo site; os usuários podem conversar com os agentes via ChatGPT, Slack e Microsoft Teams, com contexto compartilhado entre modos. O rollout começa hoje para assinantes do ChatGPT Pro, a US$ 100 por mês, com aprovação explícita antes de ações sensíveis e regras personalizadas para definir limites.
A OpenAI anunciou, no Dev Day desta terça-feira, que está ampliando os plugins do ChatGPT com extensões que permitem criar experiências “tipo app” dentro do próprio chat. Com isso, desenvolvedores poderão colocar seus aplicativos em um espaço dedicado na barra lateral do ChatGPT e oferecer painéis interativos para o usuário trabalhar com ferramentas enquanto conversa.
A empresa também detalhou melhorias no processo de criação e descoberta de plugins, incluindo uma ferramenta Plugin Creator e um fluxo de submissão com feedback mais claro. Além disso, o ChatGPT Sites poderá hospedar esses plugins, e a OpenAI disse que adicionou suporte à especificação MCP Events para iniciar automações com base em eventos de apps conectados, com automações mais fáceis de adicionar e gerenciar.
A Microsoft anunciou a maior atualização do Copilot até agora, com Satya Nadella descrevendo o serviço como “um novo OS para o trabalho”. O pacote coloca o Autopilot, um agente proativo e de execução contínua para empresas, no centro das mudanças e reposiciona a base de infraestrutura para desenvolvedores.
A empresa está movendo o runtime dos agentes para a camada de infraestrutura corporativa do Microsoft 365, criando identidade persistente, estado e limites de execução, além de contexto organizacional. No Microsoft Foundry, agentes Autopilot passam a receber uma conta Entra Agent ID com e-mail, calendário, OneDrive e acesso ao Teams, enquanto o Copilot Code gera apps e dashboards em um Copilot Managed Runtime com governança do tenant, com expansão para SDK e ferramentas de linha de comando.
Uma pesquisa de segurança da UpGuard identificou milhares de bancos de dados hospedados na plataforma Supabase expondo informações sensíveis ao público. A empresa afirma ter encontrado cerca de 16.000 bases com algum tipo de dado pessoal exposto enquanto estavam disponíveis na internet.
O levantamento cita dados como nomes, endereços, telefones e até senhas, além de casos ligados a projetos específicos, como conversas privadas em site adulto, placas de veículos de serviço de valet e informações de contato de usuários de serviços de imigração. A UpGuard relaciona o problema ao uso crescente de apps e sites construídos com “vibe-coding” e destaca que falhas de configuração e vulnerabilidades no código podem levar a vazamentos; a Supabase diz que a segurança é “por padrão” e que é uma responsabilidade compartilhada entre a empresa e os clientes.