A Apple anunciou o HomeView, uma tela inteligente de 7 polegadas que reúne entretenimento, videochamadas e controle da casa inteligente. O dispositivo estreia uma nova versão da Siri com inteligência artificial e respostas personalizadas para os moradores.
O HomeView custa US$ 299 nos EUA (cerca de R$ 1.490) e chega às vendas em 13 de novembro em mercados como Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Austrália, Índia e Nova Zelândia, sem previsão para o Brasil no lançamento inicial. A interface ajusta brilho e informações conforme a iluminação e a distância do usuário, identifica até seis pessoas por reconhecimento facial e integra funções como chamadas FaceTime, comandos de voz e monitoramento de até nove câmeras.
A Apple anunciou a nova geração da Apple TV 4K com inteligência artificial integrada à Siri, chip A19 e suporte a som surround com quatro alto-falantes. A assistente fica mais “conversacional”, ajudando a encontrar filmes e séries por interface em tela cheia, com cartazes e recomendações ligadas ao que o usuário pede.
A Apple TV 4K também traz três microfones de longo alcance para controlar a reprodução e buscar conteúdos sem segurar o controle remoto, além de descrições de vídeos e resumos de notificações gerados por IA com processamento local via HomeKit Secure Video. No mesmo evento, o HomePod mini 2 ganhou melhorias de áudio, novas cores e suporte futuro à Siri com IA, com reconhecimento de até seis vozes e integração com Mensagens, lembretes e temporizadores.
A Apple apresentou o novo Apple TV 4K, o primeiro modelo em quatro anos, com disponibilidade a partir de sexta-feira, 13 de novembro. O aparelho traz o chip A19 e promete conectividade sem fio melhor do que a geração anterior, além de microfones integrados.
A Siri com recursos de IA será parte do lançamento, mas deve funcionar em beta nos Apple TV 4K de segunda geração e nos modelos mais novos. O novo Find My de rastreamento funciona com o controle Siri de segunda geração e mais recentes, enquanto o preço do lançamento é de US$ 299.
A Anthropic publicou um relatório alertando que um modelo poderoso lançado pela chinesa Z.ai pode aumentar o risco de ciberataques. A principal preocupação é que o sistema estaria livre para download e para que qualquer pessoa possa modificá-lo.
O alerta reacende o debate sobre se modelos de IA de ponta devem ser abertos ou mantidos sob controle de laboratórios. Enquanto defensores da abertura argumentam que isso reduz o poder de poucas empresas, especialistas em segurança apontam que modelos abertos podem ser usados de forma maliciosa.
A Smart TV TCL T6C de 55 polegadas está com 40% de desconto para assinantes Amazon Prime, saindo por R$ 2.563,99 em até 12x sem juros. A oferta é exclusiva para clientes Prime e coloca o modelo abaixo do valor praticado na loja oficial.
O TCL T6C traz painel QLED com resolução 4K UHD e suporte a HDR10+, além de um processador otimizado por inteligência artificial para ajustes como cores, nitidez e movimentos mais suaves em cenas de ação. Para gamers, o modo Game Master inclui Game Bar e ativa ALLM e VRR para simular frequência de 120 Hz, enquanto o sistema usa Google TV com Google Assistente integrado.
Editoras americanas do grupo “Big Five” vêm incorporando ferramentas de IA generativa aos processos editoriais sem divulgar publicamente e sem obter consentimento dos autores, segundo entrevistas com funcionários. HarperCollins, Simon & Schuster e Hachette usariam LLMs como Claude e ChatGPT para tarefas como e-mails para agentes literários, textos de divulgação e contracapa, criação de materiais de marketing e até design de capas.
Em HarperCollins, líderes teriam comprado licenças de Claude e criado um programa interno para identificar casos de uso, enquanto preocupações sobre impactos legais, éticos e ambientais teriam sido tratadas como “custo de fazer negócios”. O uso de IA também aparece em suspeitas entre agentes sobre cartas de rejeição escritas com sinais típicos de IA, enquanto Simon & Schuster e Hachette dizem apoiar apenas usos operacionais e com ferramentas aprovadas.
A discussão sobre o Lean, um provador de teoremas usado na formalização de provas matemáticas, destaca como sistemas desse tipo verificam resultados no nível das regras lógicas e das bases da matemática. O texto lembra que o mathlib, biblioteca do ecossistema Lean, reúne quase 300 mil teoremas, mais de 100 mil definições e cerca de 2,5 milhões de linhas de código, com participação de mais de 700 colaboradores.
O avanço mais recente apontado é a autoformalização: a ideia de que sistemas de IA podem ler textos matemáticos e produzir provas formais no Lean (ou em outros assistentes). Em 2025 e 2026, projetos citados vão de uma quasi-autoformalização do teorema dos números primos até a autoformalização de grandes partes de livros, incluindo o Teorema de Fermat anunciado pela Anthropic em 4 de setembro e a formalização do problema de blowup de Navier-Stokes com forcing, associada à OpenAI em 8 de setembro.
A startup britânica Books by People recebeu aprovação do UK Intellectual Property Office para começar a distribuir um selo que indica que um livro foi escrito por uma pessoa, sem uso de máquinas. O marcador, com formato de impressão digital, será exibido na capa e faz parte de um processo de verificação que inclui declaração de autoria e análise manual de rascunhos e materiais de pesquisa.
A iniciativa surge após uma série de controvérsias na indústria editorial envolvendo suspeitas de uso de IA por autores. A Books by People afirma que usa software proprietário e busca “indicadores de humanidade” durante a avaliação, cobrando uma taxa de adesão dos publishers e um valor adicional por obra certificada, com a expectativa de lançar o selo no primeiro livro ainda este ano.
A Document Foundation, responsável pelo LibreOffice, afirmou em blog que não vai adicionar inteligência artificial ao software no futuro previsível. A entidade reforçou que a versão mais recente, lançada no fim de agosto, “não traz recursos de IA generativa” e mantém a proposta de não exigir conexão com a rede para funcionar.
A organização diz que usuários ainda podem usar ferramentas de IA instalando extensões que conectam o editor a modelos locais. A decisão busca evitar que dados sejam enviados a servidores remotos e destaca que, por enquanto, não há integração que atenda aos critérios de manter os dados no dispositivo e reduzir dependência de um único provedor de IA.
Pedir à inteligência artificial um livro parecido com o último romance lido virou um uso comum de chatbots, que devolvem listas de títulos com justificativas em poucos segundos. No Reino Unido, livreiros de lojas independentes relatam que clientes chegam com recomendações geradas no celular e reclamam quando as sugestões se repetem para pessoas diferentes.
A confiabilidade dessas recomendações também já gerou casos como uma lista publicada em maio de 2025 pelo Chicago Sun-Times com 15 recomendações para o verão em que dez obras não existiam, atribuídas a autores reais. Mesmo quando os livros existem, profissionais apontam limitações como foco no que já vende bem e menor visibilidade para editoras menores e autores estreantes, enquanto bibliotecas públicas na Coreia do Sul usam quiosques com tecnologia de empresas como a Flybook e planejam um agente de IA para indicar obras por perfil de leitura.
Kakul Srivastava, CEO da Splice, disse acreditar que e-mails escritos com inteligência artificial estão prejudicando conversas no dia a dia. Ela afirma que, quando não dá para identificar se há uma pessoa por trás das palavras, o diálogo muda de natureza e tende a piorar.
Srivastava também relaciona a lógica à criação musical, defendendo que a empresa busque produtos de IA com o humano no centro do processo criativo. A executiva ainda comenta que a Splice tenta manter a comunicação e a colaboração com participação real das pessoas, em vez de depender de textos gerados por IA.
A Audible, empresa de audiolivros da Amazon, lançou uma ferramenta de inteligência artificial que permite que ouvintes conversem com personagens de livros. A novidade estreia em “Drácula”, com interações com Renfield, servo do Conde Drácula, e faz parte de uma linha de recursos para deixar a experiência mais interativa.
Nas “Histórias Interativas”, o personagem inicia a conversa com papel, objetivo e contexto, enquanto o ouvinte responde com as próprias palavras e a IA gera a reação em tempo real. A empresa também anunciou um Guia de Personagens e um recurso com imagens e detalhes de locais citados nas obras, com lançamento inicial em títulos selecionados e disponível para participantes de um teste beta.
Pesquisadores da Graphite analisaram hábitos de escrita de modelos de linguagem de ponta para identificar padrões que ajudem a reconhecer textos gerados por IA. O estudo compara 10.000 artigos publicados antes do lançamento do ChatGPT com versões reescritas por modelos, buscando diferenças na frequência de palavras e na construção das frases.
No caso do Claude Opus 5.5, a Graphite destaca o uso de “dependable” (23 vezes mais que em amostras humanas) e a preferência por expressões como “this matters” (116 vezes mais) e “why X matters” (92 vezes mais). Já a OpenAI Astra apresenta “corrective framing” (mais de 100 vezes mais comum) e tende a usar linguagem de ressalva como “may provide”/“can provide”, enquanto modelos reduziram o uso de travessões em relação a versões anteriores, mas os “sinais” continuam variando entre cada versão.
O Galaxy Tab S11 Ultra (512 GB) está sendo vendido por R$ 6.201 no Pix com o cupom DESCONTOSMELI no Mercado Livre, após o lançamento do Galaxy Tab S12 Ultra. O tablet premium da Samsung, que chegou ao mercado por R$ 9.999, fica 38% mais barato e alcança o menor preço já registrado pelo Achados do TB.
O modelo traz tela AMOLED Dinâmico 2X de 14,6 polegadas com taxa de 120 Hz e bateria de até 23 horas, além de S Pen hexagonal com recursos de IA no kit inicial. Ele também oferece suporte ao Galaxy AI e ao Google Gemini, com o cupom informado pelo varejista para encerrar ainda hoje.
O McDonald’s utiliza um sistema de IA para recomendar preços a franqueados com base na disposição de pagamento dos consumidores em cada região. Em Fresno, na Califórnia, a Reuters encontrou variação de 21% no preço do Big Mac entre duas unidades a cerca de 3,2 km de distância: US$ 5,69 em uma e US$ 6,89 na outra.
Franqueados relatam pressão para seguir as recomendações de preços sugeridas pela ferramenta, que aparece com dados de comportamento do consumidor e faz sugestões ao menos três vezes por ano. Apesar de a rede afirmar que os franqueados são livres para definir os valores, documentos analisados pela Reuters indicam acompanhamento da adesão e possível impacto em negociações e renovação de licenças.
Instalar câmeras de segurança em casa pode ser mais acessível do que um sistema profissional completo, e elas ajudam a cobrir entradas, garagem e áreas internas, com alertas a intrusos. Em testes com mais de 100 modelos ao longo de uma década, cinco marcas se destacaram de forma recorrente nas recomendações, incluindo opções com armazenamento local ou em nuvem e recursos com “smart AI”.
Entre os destaques, a Eufy aparece como a melhor opção sem assinatura, com gravação local via hub, NVR, NAS ou diretamente na câmera, além de detecção por IA de pessoas, pets e sons. A Arlo é indicada como a melhor com assinatura, oferecendo armazenamento em nuvem e notificações ricas, enquanto a Google Nest é citada como a opção mais “inteligente”, e a Aqara é lembrada para integração com Apple HomeKit.
Ao perguntar a um assistente de inteligência artificial, é comum receber respostas mesmo quando o modelo não sabe. Esse comportamento é chamado de alucinação e pode levar a invenções de dados, citações e fontes com a mesma segurança de fatos reais, incluindo casos em que modelos criaram decisões judiciais atribuídas a processos inexistentes.
A explicação passa pela forma como os grandes modelos de linguagem são treinados para prever a próxima palavra, e não para medir o que sabem. Para contornar o problema, a Ammonix desenvolveu uma abordagem em que a IA opera dentro de um conjunto definido de decisões e se abstém quando a situação não se parece com casos conhecidos ou quando a confiança é baixa, podendo pedir mais informações ou encaminhar para especialistas; já a Anthropic divulgou um teste com verificação automática em relatórios financeiros, no qual o Claude Opus 5.5 passou em 16 de 18 tentativas.
A Meta apresentou durante o Meta Connect os Meta VR Glasses, óculos de realidade virtual ultraleves com tela 5K, peso de apenas 100 gramas e preço inicial de US$ 1.299,99 (cerca de R$ 6.656). O lançamento está previsto para 2027 nos Estados Unidos.
A empresa colocou bateria, armazenamento e processamento em um dispositivo externo chamado puck, conectado por cabo óptico, enquanto os óculos ficam com a tela e os sensores. A Meta também integrou sua inteligência artificial ao sistema, permitindo interação com o Meta AI por voz, movimentos dos olhos e gestos, além de recursos como áudio espacial com Dolby Atmos e Hologram Calling para chamadas em 3D em tempo real.
O modelo de inteligência artificial Apollo foi criado para decifrar textos em grego antigo e ajudar pesquisadores a reconstruir papiros danificados. Desenvolvido pelo Instituto Arqueológico Austríaco, em parceria com a Mistral e a Sail Reply, o sistema foi treinado com 600 milhões de palavras de textos históricos e pode sugerir palavras e trechos prováveis para preencher lacunas.
Cerca de 1 milhão de papiros em grego antigo ainda não foram lidos e muitos estão rasgados, apagados ou incompletos, exigindo anos de trabalho especializado. Com uma interface de chatbot, o Apollo passou a ser oferecido gratuitamente a pesquisadores, acelerando a leitura e a interpretação de manuscritos, inclusive documentos do cotidiano como cartas e registros administrativos.
Pesquisadores do MIT Senseable City Lab defendem, em “How AI Sees the City: Urban Visual Intelligence”, que a IA visual pode transformar estudos urbanos ao tratar imagens de câmeras e outras fontes como dados. Em Nova York, técnicas com machine learning identificaram tipos de veículos em 331 câmeras de trânsito e estimaram emissões por automóvel, mostrando como a escala de imagens pode aumentar precisão e cobertura.
O livro também destaca aplicações para planejamento urbano, como entender gargalos de tráfego, pontos mais perigosos em cruzamentos e áreas de praças e parques que atraem mais pessoas. Ao mesmo tempo, os autores alertam para preocupações com vigilância e para o risco de vieses serem reforçados por sistemas de IA, especialmente com a instalação de câmeras em larga escala.
A Meta revelou, no Meta Connect, novos óculos inteligentes, incluindo a terceira geração dos Ray-Ban Meta, uma versão sem câmeras chamada Meta Audio e o Meta VR Glasses. Os Ray-Ban Meta de 3ª geração chegam com processamento privado, bateria mais duradoura e preço de R$ 3.699, enquanto o Meta Audio tem 12 horas de bateria e pesa 43 gramas. O Meta VR Glasses, apontado como possível sucessor do Meta Quest, está previsto para chegar entre março e junho de 2027 por US$ 1.299,99 (cerca de R$ 6.710).
Durante a apresentação, a Meta também confirmou que os óculos passam a ter processamento privado para tarefas como tradução automática, com a inteligência artificial rodando em servidores privados, sem acesso ao conteúdo pela própria empresa. A companhia ainda exibiu o agente de IA Muse nos óculos e anunciou recursos como assistência auditiva com microfonagem em tempo real, além da chegada oficial dos Meta Glasses ao Brasil.
A Meta anunciou uma nova linha de wearables durante o Meta Connect 2026, com destaque para o Meta VR Glasses, um dispositivo de realidade virtual em formato de óculos leves. A empresa afirma que o modelo pesa 100g, usa um “puck” com compute e bateria, traz display micro OLED 5K e terá lançamento na primavera de 2027 por US$ 1.299, com acesso ao catálogo de apps e jogos do Meta Quest e suporte a Xbox Cloud Gaming.
Também foram apresentados os Ray-Ban Meta Audio, óculos “sem câmera” com foco em áudio e uso com assistente de IA, com peso de 43g e bateria de até 12 horas (48 horas com estojo), com lançamento em 13 de outubro a partir de US$ 349. A Meta ainda atualizou a linha Ray-Ban Meta Gen 3 com melhorias de bateria, botão personalizável para acesso ao Meta AI e redução de ruído com matriz de seis microfones, além de expandir a disponibilidade dos óculos para mais países e detalhar novos recursos do assistente Muse, incluindo avatar em videochamadas e endereços de e-mail para agentes de IA.
Uma secretária do MIT conversou com um programa de computador criado por Joseph Weizenbaum que, em 1966, foi apresentado como o primeiro chatbot da história: o ELIZA. O sistema identificava palavras-chave nas mensagens e respondia em forma de perguntas, imitando um psicoterapeuta por meio de um roteiro chamado DOCTOR.
A interação funcionou a ponto de participantes acreditarem que o programa era humano, fenômeno que ganhou o nome de “efeito ELIZA”. Weizenbaum se incomodou com o que viu e, anos depois, alertou que exposições curtas a sistemas simples podem induzir pensamentos delirantes em pessoas comuns — um alerta que volta à tona com a escala dos chatbots atuais.
Pesquisadores do MIT desenvolveram um sistema de inteligência artificial para acelerar e aumentar a agilidade de um microrrobô voador inspirado em insetos. Com menos de um clipe de papel, o equipamento executa manobras aéreas complexas e foi apresentado em um estudo publicado na revista Science Advances.
Nos testes, o microrrobô voou 447% mais rápido e teve aceleração 255% maior do que os melhores resultados anteriores da equipe, além de completar dez cambalhotas consecutivas em 11 segundos. O controlador usa uma etapa preditiva baseada em modelo matemático e, em seguida, treina um aprendizado profundo por aprendizado por imitação para tomar decisões em tempo real, com a meta de permitir voo ao ar livre com câmeras e sensores e uso futuro em busca e resgate após terremotos.
Ferramentas automatizadas para redigir e formatar currículos se tornaram comuns entre profissionais que buscam recolocação ou ascensão no mercado, com plataformas de geração de texto ajudando a mapear habilidades e organizar conquistas. A tecnologia pode facilitar a estrutura do documento, mas descrições padronizadas e dados apresentados de forma pouco específica podem prejudicar a avaliação. Em grandes empresas, sistemas de inteligência artificial fazem a triagem inicial ao comparar termos do currículo com os requisitos da vaga.
Um estudo citado pela ResumeBuilder aponta que 70% dos profissionais que usaram apoio tecnológico tiveram maior taxa de resposta, enquanto pesquisas do MIT indicam que excesso de palavras-chave sem contexto prático pode levar a rejeição automática pelos algoritmos. A orientação é usar a IA como suporte para organizar informações e manter a autenticidade da trajetória, destacando resultados mensuráveis, adaptando o vocabulário técnico ao setor e revisando o texto para evitar construções genéricas.
O Claude Code 2.1.277 passou a oferecer suporte a AGENTS.md, mas o carregamento do arquivo pode ser bloqueado quando a telemetria não está habilitada. Em projetos sem CLAUDE.md, o sistema deveria ler AGENTS.md como instruções do projeto; porém, o plugin “agents-md” depende de uma feature flag remota para ficar disponível, e sem essa liberação o arquivo local não é carregado.
Testes com uma palavra-canário em AGENTS.md mostraram que variáveis como CLAUDE_CODE_DISABLE_NONESSENTIAL_TRAFFIC=1 e DISABLE_TELEMETRY=1 impedem o uso do arquivo, sem qualquer aviso durante a sessão. Como alternativa, o uso de um CLAUDE.md com import @path de AGENTS.md contorna a dependência da flag, mantendo o comportamento mesmo com a telemetria desativada.
O modelo de inteligência artificial GPT-6 Astra conseguiu decifrar uma mensagem de rádio alemã da Primeira Guerra Mundial que permanecia sem solução há 108 anos. A transmissão ocorreu em 27 de novembro de 1918 e usava o sistema de criptografia ADFGVX, descrito como um dos métodos mais complexos do período.
A decodificação foi feita a partir de uma mensagem de 170 caracteres, com 19 colunas, após a identificação da palavra-chave “TRUPPENVERSCHIEBUNG”. O texto recuperado descreve a movimentação de navios aliados no Mar Negro após o armistício, incluindo a chegada de um cruzador inglês a Sebastopol em 24 de novembro e a previsão de um esquadrão aliado para 26.
Assistente de IA no trabalho virou experimento pessoal: a autora criou “clones” de seus editores usando Gemini, tentando moldar sua própria comunicação e estilo para parecer uma colega melhor. O primeiro, o “Brian Bot”, foi montado com dados públicos e materiais como transcrições e páginas de relações públicas, mas gerou respostas que não batiam com o comportamento do Brian real e ainda reproduziu temas inventados, levando à interrupção do bot em menos de 24 horas.
Depois, a autora partiu para o “Sophie Bot”, alimentando o Gemini com cerca de um mês de conversas no Slack (sem conteúdo sensível). A IA gerou relatórios e prompts a partir de mais de 17.000 palavras, e as interações mostraram que os “bots” conseguem imitar a voz e o ritmo dos editores — ao mesmo tempo em que podem produzir falhas e exageros que tornam a experiência bem diferente da conversa humana.
O mini-AGI é um modelo de linguagem byte-level com aprendizado contínuo: ele monta sua própria arquitetura, treina do zero em uma única GPU com 8 GB de VRAM e segue aprendendo a partir de tudo o que lê. O sistema mantém os pesos como arquivos no disco e faz paginação para a GPU conforme necessário, limitando o tamanho do modelo pela capacidade de armazenamento e não pela VRAM.
O projeto afirma que o treino não precisa parar: o modelo lê um fluxo de caracteres em chunks, atualiza por gradiente a cada etapa e usa o mesmo caminho tanto para treinar quanto para gerar. Os pesos ainda não foram publicados, e o run está na primeira passagem pelo corpus, prevista para completar em algumas semanas; a proposta é demonstrar que é possível aprender continuamente sem “catastrophic forgetting” mesmo com hardware modesto.
O Galaxy Z Fold 8 muda a experiência de leitura de quadrinhos ao combinar a tela interna maior com recursos do Google Play Livros. Com o aparelho aberto, a área visível fica mais próxima das proporções de uma página tradicional, reduzindo a necessidade de ficar ampliando e afastando.
A leitura também ganha transições com animação ao virar páginas, que imita o movimento de um livro físico, e um zoom por toque nos balões de fala. Durante testes, os recursos generativos funcionaram bem com HQs coloridas, mas tiveram desempenho menor em mangás em preto e branco, em que a identificação não ocorreu da mesma forma.
Mensagens de rádio alemãs da Primeira Guerra Mundial codificadas pelo método ADFGVX, que estavam entre cifras sem solução, foram decifradas pelo modelo GPT-6 Astra. A transmissão citada teria sido enviada em 27 de novembro de 1918 e, após a decodificação, o texto original foi reconstruído como “EIN ENGLISCHER KREUZER EINLIEG X SEWASTOPOL X S4STEN X EIN GESCHWADER DER X ALLIIERTEN FOLGT 26STEN X”, com tradução para “AN ENGLISH CRUISER ARRIVED AT SEVASTOPOL ON THE ?4TH AN ALLIED SQUADRON FOLLOWS ON THE 26TH”.
O modelo usou “TRUPPENVERSCHIEBUNG” como palavra de criptografia e aplicou a reorganização alfabética dessa chave antes de montar a tabela e mapear os pares de símbolos para cada letra. A hipótese do Astra para o motivo de a mensagem não ter sido resolvida antes envolve uma possível discrepância entre a data de início do uso da chave e a data em que a mensagem foi transmitida, mas a checagem apontou para registros que indicam chegada do HMS Canterbury a Sevastopol em 24 de novembro de 1918 e um esquadrão aliado em 26 de novembro.
Um guia propõe duas regras para usar modelos de linguagem (LLMs) como revisores de texto, sem “pasteurizar” a escrita. A recomendação é escrever primeiro por conta própria e, depois, pedir a um modelo para identificar falhas. O texto alerta que leitores tendem a perceber quando o resultado parece “output” de IA, mesmo após tentativas de humanização.
As regras centrais dizem para não usar nenhuma palavra ou expressão que o LLM sugira e para evitar qualquer tipo de incentivo do modelo. Em vez de aceitar elogios sobre estrutura e escolhas, o guia orienta a tratar o modelo como ferramenta para apontar problemas — como excesso de voz passiva, repetições e palavras de reforço — e aplicar correções em passes, com reescritas e comparação cuidadosa.
O Ask Photos do Google Fotos é uma função experimental que usa o Gemini para tornar a busca por fotos e vídeos mais inteligente. Em vez de depender apenas de palavras-chave, o recurso permite fazer perguntas ou descrever o que você procura, inclusive com vários detalhes, como encontrar fotos de uma viagem com uma pessoa específica ou lembrar o que foi comido em Barcelona.
A ferramenta também entende perguntas sobre fotos e álbuns e permite continuar a conversa a partir dos resultados encontrados. Para ativar, basta ir às configurações do Google Fotos, acessar “Recursos do Gemini no app Fotos” e habilitar “Perguntar ao Google Fotos”; depois, o Ask Photos aparece na tela inicial pelo ícone de busca com brilho.