agent.md orienta LLMs: do “spaghetti code” a padrões de qualidade
Em 2025, o autor tentou usar um LLM para acelerar a programação em Rust e obteve código que nem compilava. Em janeiro de 2026, a abordagem funcionou melhor: o modelo conseguiu implementar uma classe complexa e ainda apontou um bug ligado ao polling crate e à implementação Windows IOCP. Mesmo assim, a qualidade do código continuou baixa, com estrutura ruim e falta de comentários.
Em março de 2026, o uso de IDEs com agentes (como Antigravity e o plugin Claude Code no VS Code) permitiu iterar sobre o código “staged” e revisar com sugestões de boas práticas, elevando a qualidade para algo próximo do que ele faria manualmente. Para reduzir retrabalho, ele passou a usar um arquivo agent.md carregado pelo coding harness, com regras de estilo e critérios de revisão, e relata que também é possível pedir ao agente para atualizar esse arquivo quando surgem novas preferências.
Hacker News
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