Golpe da falsa central bancária usa urgência e IA para imitar voz
Criminosos se passam por gerentes e funcionários de bancos para convencer vítimas a fazer operações que transferem o próprio dinheiro, explorando medo e urgência. Em um dos casos citados, o prejuízo chegou a cerca de R$ 600 mil, com retirada da conta, uso de cheque especial e contratação de financiamento em nome da vítima.
A fraude costuma começar com mensagem ou ligação que parece legítima, usando dados pessoais como nome e CPF e, muitas vezes, até fotos e número associados ao gerente. A abordagem combina autoridade e pressão por ação imediata, e pode incluir reprodução de voz com apoio de inteligência artificial para aumentar a credibilidade, levando a vítima a conduzir procedimentos no aplicativo até o dinheiro ser movimentado.
G1 Tecnologia
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