A Apple anunciou o HomeView, uma tela inteligente de 7 polegadas que reúne entretenimento, videochamadas e controle da casa inteligente. O dispositivo estreia uma nova versão da Siri com inteligência artificial e respostas personalizadas para os moradores.
O HomeView custa US$ 299 nos EUA (cerca de R$ 1.490) e chega às vendas em 13 de novembro em mercados como Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Austrália, Índia e Nova Zelândia, sem previsão para o Brasil no lançamento inicial. A interface ajusta brilho e informações conforme a iluminação e a distância do usuário, identifica até seis pessoas por reconhecimento facial e integra funções como chamadas FaceTime, comandos de voz e monitoramento de até nove câmeras.
A Apple anunciou a nova geração da Apple TV 4K com inteligência artificial integrada à Siri, chip A19 e suporte a som surround com quatro alto-falantes. A assistente fica mais “conversacional”, ajudando a encontrar filmes e séries por interface em tela cheia, com cartazes e recomendações ligadas ao que o usuário pede.
A Apple TV 4K também traz três microfones de longo alcance para controlar a reprodução e buscar conteúdos sem segurar o controle remoto, além de descrições de vídeos e resumos de notificações gerados por IA com processamento local via HomeKit Secure Video. No mesmo evento, o HomePod mini 2 ganhou melhorias de áudio, novas cores e suporte futuro à Siri com IA, com reconhecimento de até seis vozes e integração com Mensagens, lembretes e temporizadores.
A Apple apresentou o novo Apple TV 4K, o primeiro modelo em quatro anos, com disponibilidade a partir de sexta-feira, 13 de novembro. O aparelho traz o chip A19 e promete conectividade sem fio melhor do que a geração anterior, além de microfones integrados.
A Siri com recursos de IA será parte do lançamento, mas deve funcionar em beta nos Apple TV 4K de segunda geração e nos modelos mais novos. O novo Find My de rastreamento funciona com o controle Siri de segunda geração e mais recentes, enquanto o preço do lançamento é de US$ 299.
O podcast “The Architect's Podcast” reuniu Michael Stiefel e Joy Ebertz para discutir como a inteligência artificial está mudando o trabalho de arquitetos e desenvolvedores. O papo destaca que, com a IA assumindo mais tarefas de codificação, a definição de requisitos precisa ser precisa e pouco ambígua, além de exigir testes escritos de forma clara.
A conversa também aponta desafios em sistemas legados, onde pode ser difícil recuperar requisitos reais e decidir entre mudanças incrementais ou regeneração do código. Ebertz ainda descreve que o uso de IA na prática varia de “vibe coding” para ferramentas internas até um modelo de pair programming supervisionado, reforçando a necessidade de entender restrições e suposições para validar o resultado.
A Anthropic tornou oficial as sessões na nuvem do Claude Code e liberou créditos promocionais para assinantes: US$ 100 para o plano Pro e US$ 250 para o plano Max. O recurso permite que o agente de programação continue executando tarefas em uma máquina virtual da empresa mesmo com o computador do usuário desligado, com possibilidade de acompanhar ou intervir no progresso.
A mudança foi anunciada na quarta-feira (23) e substitui a fase de “pré-visualização de pesquisa”, que existia desde outubro de 2025. As sessões podem ser iniciadas pelo navegador (claude.ai/code), pelo app do Claude no celular, pelo app de computador com a opção “nuvem” ou pelo terminal com claude --cloud, e exigem conta do GitHub conectada; o crédito é válido até 7 de outubro e é consumido antes do limite normal do plano.
Agentes de inteligência artificial voltados à programação, como Claude, Codex e Hermes, instalaram pacotes de código não registrados em redes corporativas ao seguir instruções presentes em arquivos de documentação mal configurados. O problema foi identificado por pesquisadores ao analisarem a convenção llms.txt e llms-full.txt, usada por sites para fornecer resumos legíveis por máquina, funcionando como uma espécie de robots.txt voltado à IA.
A pesquisa de Alon Hertz examinou 6.214 domínios ligados a contratantes de defesa, empresas da Fortune 500 e big techs, encontrando 8.265 arquivos llms.txt/llms-full.txt. Em 120 casos, os arquivos apontavam para pacotes ou domínios inexistentes, com 227 comandos de instalação; em testes, uma empresa da Fortune 500 executou o pacote em menos de uma hora. A Clerk corrigiu o problema após ser notificada, e os pesquisadores recomendam remover referências inválidas e restringir permissões para que agentes não tratem documentação como instruções executáveis.
Empreendedores solo estão usando agentes de inteligência artificial para executar tarefas que antes exigiam equipes, como programação, marketing e atendimento ao cliente. Ben Cera, fundador da Polsia, relata que ferramentas de IA escrevem e corrigem código, respondem e-mails e automatizam partes da operação, enquanto ele fica com as decisões.
Em julho de 2026, a Polsia já tinha 10 mil clientes pagantes e seguia em direção a US$ 10 milhões de receita no ano, sem contratar funcionários, segundo o Wall Street Journal. Casos como a Base44, criada com apoio de agentes de código, e a ChatPRD, que usa nove agentes especializados, mostram como a automação acelera a criação e a operação, mas ainda exige revisão humana e atenção a riscos como segurança e responsabilidade por decisões.
O “vibe coding” — em que a IA transforma instruções em linguagem natural em código — ganhou tração no Brasil, com buscas no Google crescendo 124% nos últimos 12 meses, segundo dados da Locaweb (julho de 2025 a julho de 2026). No período, o termo somou mais de 360 mil pesquisas, enquanto “o que é vibe coding?” avançou 313%, indicando interesse também de pessoas sem experiência prévia.
Entre as ferramentas citadas, o Claude, da Anthropic, lidera com 1.567% de crescimento e mais de 13,8 milhões de buscas no período, ultrapassando concorrentes como Lovable, Google AI Studio e Base44. O levantamento também aponta demanda por “melhor IA para programar” (46,2 mil buscas), “low code” (45,6 mil) e “IA de programação” (19,9 mil), reforçando a busca por caminhos que reduzam a barreira técnica, com supervisão humana para revisar, testar e validar o código gerado.