Scooto aposta em atendimento humano e projeta faturar R$ 30 milhões em 2026
A Scooto, fundada por Marina Vaz em 2017, mantém um modelo de atendimento ao cliente com profissionais remotas chamadas de “scooteiras”, mesmo com a popularização de chatbots, assistentes virtuais e automações. A empresa diz que registrou queda nos negócios quando a IA passou a ser mais usada para reduzir atendentes, mas voltou a crescer ao oferecer uma alternativa para casos em que o contato humano faz diferença.
No primeiro semestre de 2026, a Scooto faturou R$ 12 milhões, 50% a mais do que no mesmo período de 2025, e projeta chegar a R$ 30 milhões em 2026. A estratégia inclui focar setores como saúde, finanças e telecomunicações, usando ferramentas de inteligência artificial para consolidar dados, apoiar as atendentes e encontrar soluções durante os atendimentos.
Exame
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