YouTube pressiona criadores de “canais dark” feitos quase só com IA
Henrique Batista, de 36 anos, deixou o trabalho de entregas para criar canais dark no YouTube e vender mentorias, usando ferramentas de IA para montar roteiros, narrações e imagens sem aparecer no vídeo. Ele diz que comprou um curso por cerca de R$ 400 e conseguiu monetizar um canal, investindo em outros depois que a receita veio da participação nos anúncios.
Enquanto o Google incentiva e comercializa ferramentas de IA, o YouTube afirma que combater conteúdo de baixa qualidade gerado por IA é prioridade máxima, com regras mais rígidas para conteúdos voltados a crianças. A plataforma também diz que adiciona rótulos a vídeos gerados por IA e exige que sigam diretrizes da comunidade, enquanto pesquisas citadas apontam que parte relevante do conteúdo exibido a novos usuários pode ser “vídeo de IA de baixa qualidade”.
G1 Tecnologia
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