RAG: por que empresas estão trocando chatbots “genéricos”
Empresas estão adotando a arquitetura Retrieval-Augmented Generation (RAG) para melhorar chatbots que antes respondiam com base apenas no conhecimento do modelo. A ideia é reduzir o risco de respostas imprecisas ou “alucinações” ao fazer o sistema buscar documentos autorizados pela empresa — como políticas, contratos, manuais e artigos — antes de gerar a resposta. Na prática, o chatbot consulta uma “base interna” e só então formula o texto usando esse material como referência.
Isso importa porque, em áreas onde precisão pesa mais que criatividade, o RAG aumenta a aderência às informações mais recentes e às regras do negócio. Para times de atendimento, jurídico e RH, a mudança significa responder dúvidas com fundamento em documentos corporativos, em vez de depender exclusivamente do que o modelo aprendeu no treinamento.
Exame
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