Criminosos usam deepfakes para “clonar identidades”, aponta estudo
A fraude digital no Brasil passou a mirar a identidade da vítima com “clonagem de identidades” feita a partir de voz, fotos e vídeos obtidos na internet. Um levantamento da Certta e da Nexus aponta que criminosos combinam esses materiais com ferramentas de inteligência artificial generativa para simular credenciais hiper-realistas e se passar por pessoas reais.
O estudo “Mapa de Confiança Digital”, com análises de conteúdos publicados entre janeiro e julho de 2026, registrou 2,8 mil menções sobre manipulação de dados nas redes sociais (7,3% do total mapeado). No recorte, táticas envolvendo Pix e transações somaram 9,1 mil menções (23%), enquanto o debate sobre “Dados Pessoais e LGPD” atingiu 3,3 mil menções (8,3%).
Exame
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