CEO da Daytona diz que gestores de pessoas operam agentes de IA melhor
Ivan Burazin, CEO da empresa de tecnologia Daytona, afirma ter identificado um padrão no uso de inteligência artificial no trabalho corporativo: profissionais com experiência prévia em gestão de pessoas teriam desempenho superior ao orientar agentes digitais. Ele diz que instruir um agente exige definir entradas e saídas esperadas com clareza, algo que líderes acostumados a delegar tarefas fariam com mais eficiência.
Na Daytona, sediada em Nova York, os 16 engenheiros operam em média cinco agentes digitais e, com isso, reduzem a necessidade de escrever código do zero. Burazin também destaca que a falta de alinhamento de expectativas pode gerar erros e quebra de processos, enquanto a clareza sobre resultados, etapas de execução e acompanhamento contínuo ajuda a melhorar a operação dos sistemas.
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