Robôs fazem pré-entrevistas com IA: 6 cuidados para não perder a vaga
A inteligência artificial já conduz pré-entrevistas em processos seletivos, com robôs fazendo perguntas por texto, áudio e até vídeo. Em algumas empresas, como Gupy e InHire, agentes de IA aprofundam respostas e organizam informações para apoiar a avaliação dos recrutadores.
A adoção dessa etapa automatizada amplia a escala do recrutamento, mas pode gerar desconforto por reduzir a interação humana. Para não ser prejudicado, o candidato precisa ser claro e objetivo, dominar sua própria história, evitar respostas memorizadas e checar detalhes operacionais como tempo, formato das perguntas e condições técnicas, já que falhas de áudio, câmera ou conexão podem afetar a avaliação.
Exame
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