Zendesk coloca jurídico desde o início para reduzir riscos em IA
A Zendesk defende que o jurídico participe desde o primeiro momento do desenvolvimento de produtos de inteligência artificial, para evitar erros que só aparecem na revisão final. Em entrevista, a chief legal officer (CLO) Shana Simmons compara o processo a “assar um bolo inteiro” e só depois descobrir que o açúcar foi trocado por sal.
A empresa diz que sua governança de IA não fica concentrada em uma única pessoa ou área e envolve jurídico, compliance e segurança, com mais de 200 pessoas focadas em segurança ao redor do mundo. Simmons afirma ainda que a Zendesk mantém um checklist formal para avaliar modelos e parcerias com base em dados, privacidade, transparência e retenção, e que já recusou usar modelos quando não havia confiança suficiente.
Exame
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